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8.11.02
by Glaucia
A origem das emoções A nossa habilidade de aprender no mundo aquilo que nos faz bem ou mal foi desenvolvida ao longo da evolução. Durante a nossa vida nós atribuimos valores aos acontecimentos que nos dizem quanto estes são agradáveis ou não. Todos os organismos tem esta habilidade, mas o grau em que ela se manifesta varia com o grau de complexidade do organismo. O homem conta com o toque de sofisticação das emoções. As emoções significam nada mais nada menos um complexo sistema psicofisiológico de atribuição de valores aos acontecimentos. A capacidade emotiva do homem serve para ele reagir as circunstâncias de maneira adequada (por exemplo, ter receio do fogo). Em certos casos no entanto o sistema se desequilibra e somos mais vítimas do que beneficiários do aviso (por exemplo, medo quando se sente cheiro de fumaça). Em outros casos o aviso nem existe mas a emoção aparece (por exemplo, alucinações de fogo levando a pânico em esquizofrênicos).
Quinta-feira
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7.11.02
by Glaucia
Nomes de mutantes Um primeiro dilema advindo da descoberta de um novo mutante é encontrar um nome para ele. O povo que trabalha com Drosophila (aquela mosquinha da fruta) é o mais bizarro. Abaixo seguem alguns nomes de mutantes de moscas e o efeito da respectiva mutação: Celibata = o macho corteja mas nunca transa com a fêmea Drop dead = as moscas passam pela juventude sem nenhum problema mas com 10 dias de vida elas caem mortas eye missing = os olhos estão faltando eyes absent = os olhos também estão faltando jelly belly = a barriga das moscas não tem musculos ken e barbie = a genitalia externa está faltando kenny = morre em 2 dias. Batizado em homenagem ao Kenny do South Park que morre todo episódio rotated penis = genitalia masculina virada pro outro lado fear of intimacy = adivinha? Para maiores informações consulte: http://www.flynome.com/cgi-bin/search?source=browse
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7.11.02
by Glaucia
Ciência na cozinha Existe uma certa ciência envolvida na arte de cozinhar. No fundo cozinhar é uma questão de misturar os ingredientes certos na proporção certa. Os cientistas costumas ser ótimos chefs. O site abaixo apresenta a ciência atrás do fogão. Explica como sentimos os cheiros e o gosto dos alimentos, mostra o processo científico que acontece quando batemos ovos, como fazer um ovo sem casca, põe o pão debaixo do microscópio e otras cositas mas. Divertido. http://www.exploratorium.edu/cooking/
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7.11.02
by Glaucia
A proibição dos clones Os EUA e mais 30 países católicos insistem em uma proibição completa da clonagem humana. Após a aprovação da ONU em 2001 de um rascunho da lei que proibiria a produção de bebes clonados as negociações chegaram a um impasse e foram interrompidas. Os Estados Unidos votam por uma proibição total mas a França e a Alemanha são a favor da clonagem humana para a produção de embriões para a pesquisa e para doação de células e tecidos para o tratamento de doenças. Todos concordam que a clonagem reprodutiva (criar bebês e deixa-los nascer) deve ser proibida. Mas a clonagem terapêutica ainda é ponto de muitas discussões. Nesta abordagem os embriões não são implantados e o desenvolvimento é interrompido após a coleta de células de interesse. A discussão no fundo é a mesma da pró-aborto. Com quantas células um embrião deve estar para ser considerado uma vida?
Quarta-feira
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6.11.02
by Glaucia
Feromonios Um amigo meu tem esta teoria de que amor a primeira vista pode ser explicado bioquímicamente. Existem receptores em todos nós para detecção de feromônios de outros humanos. A sequencia do hormônio tem que ter um encaixe perfeito com a sequencia do receptor. Como existem muitas variações tanto da sequência dos feromônios quanto dos receptores em todos nós é dificil encontrarmos a combinação perfeita. Mas de vez em quando isso acontece e rola um amor a primeira vista, casamento em 24 h etc. Isto não passa de uma teoria porque são muitos os receptores e ainda não isolaram os ligantes. Mas eu tendo a acreditar que deva existir um mecanismo desses, uma combinação perfeita.
Terça-feira
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5.11.02
by Glaucia
O órgão vomeronasal O nosso nariz tem um órgão que pouco conhecemos chamado vomeronasal. Este órgão detecta os feromonios, que são hormônios que modulam o nosso comportamento social e reprodutivo. Recentemente deletaram um número grande dos possíveis receptores de feromonios em camundongos. Os camundongos machos modificados tinham o seu comportamento sexual alterado e as femeas viravam mães agressivas. Ainda não se conhece muito bem o papel dos feromonios nas relações sociais humanas mas a industria cosmética está tentando isola-los para fazer perfumes. Assim poderiamos quem sabe passar a mensagem certa de uma maneira bioquimicamente confiavel para o sexo oposto.
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5.11.02
by Glaucia
Células nervosas do nariz - uma nova arma na regeneração da coluna Um dos mais formidáveis problemas encontrados na regeneração de acidentados da coluna vertebral é o fato de que as células nervosas não se regeneram. Estudos utilizando os neurônios do olfato determinaram que estas células podem induzir a regeneração das células nervosas da coluna. O procedimento é rapido. Em 5 min as células nervosas do nariz são retiradas. O paciente não experimenta nenhum desconforto a não ser algumas alucinações de cheiro temporárias. E as células podem ser retiradas do mesmo paciente que vai receber o transplante, minimizando as complicações de rejeição. Existe um longo caminho ainda a ser percorrido até que se prove que a técnica é realmente efetiva mass os resultados obtidos até o momento são promissores.
Segunda-feira
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4.11.02
by Glaucia
Mais dopamina Uma das terapias utilizadas com algum sucesso na recuperação de pacientes em coma involve um aumento dos níveis de dopamina no cérebro. Apesar de muito pouco ser conhecido sobre o fenômeno podemos imaginar que uma certa dose de motivação é necessária para se sair da cama. Estando inconscientes pode ser mio dificil encontrar tal motivação. Da mesma maneira que durante a depressão.
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4.11.02
by Glaucia
A natureza se previne contra a solidão Mesmo os organismos mais simples possuem mecanismos que estimulam a vida em grupo. As bactérias secretam pequenas moléculas para o meio ambiente que indicam para as companheiras quantos indivíduos se encontram na vizinhança. Da mesma maneira as amebas sabem o tamanho da população e usam estas informações em momentos de estresse para chamarem as companheiras e colaborarem no esforço de sobreviverem. Agora viram que os vermes também possuem mecanismos que regulam o habito de se alimentarem em grupo. Uma mutação em um único gene leva ao hábito de comer em grupo. Este gene é um sensor de estresse. Quando compostos químicos nocíveis estão presentes no meio, os vermes optam por se alimentarem em grupo. Quando tudo está bem eles se alimentam sozinhos. Interessante que o desconforto os leve a procurar os "amigos".