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13.11.02
by Glaucia
Divulgação da Ciência nos anos 50
Hip hooray
We've got atomic energy
It could mean
A better world for all.
Este é um trecho de uma canção sobre a energia atômica dos anos 50. O site abaixo tem mais de 100 músicas desta época feitas com a intenção de ensinar ciência. Tem musiquinhas sobre o espaço, a natureza, energia etc, etc. Como eramos inocentes.
http://www.acme.com/jef/science_songs/
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13.11.02
by Glaucia
Por que envelhecemos?
Este é um tópico quente de pesquisa. Afinal, ninguém gosta muito da idéia ou dos efeitos do envelhecimento. Existem várias teorias sobre o assunto. Uma linha acredita que o estresse oxidativo causado por radicais livres vai ao longo dos anos causando danos ao DNA, proteínas e lipídeos até que o dano acumulado comece a prejudicar o bom funcionamento das células. Agora conseguiram determinar que o genoma sofre rearranjos e quanto mais velha a célula mais rearranjado fica o seu genoma. Em vermes mutaram alguns genes que aumentam a longevidade e viram que as mutações diminuiam a capacidade dos vermes se reproduzirem. Muito ainda deve ser feito antes de determinarmos os genes da longevidade humana mas os problemas éticos envolvidos numa manipulação destes prometem dar o que falar.
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12.11.02
by Glaucia
GMs na Zambia
Os Estados Unidos doaram milhares de toneladas de milho para a Zambia que iriam alimentar quase 3 milhões de pessoas. O governo da Zambia recusou a doação por ser milho geneticamente modificado. Os americanos comem este milho. Mas o governo Zambio prefere, por "precaução" não liberar o alimento. É mole? Precaução de que?
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12.11.02
by Glaucia
Biobancos
A Islândia há 5 anos atrás iniciou um projeto de tipagem do DNA de toda a sua população. Amostras de DNA foram coletadas e estocadas em um Biobanco de dados. Com a promessa de prover uma biomedicina personalizada o acesso ao banco foi cedido a uma única company e isso gerou muita controvérsia porque muitos acreditam que não deve haver lucro envolvido no conhecimento da nossa herança genética. Os Estados Unidos iniciaram recentemente um projeto semelhante em uma cidadezinha do Wisconsin. Quarenta mil pessoas estão doando o seu DNA e informações sobre os seus hábitos e histórico de doenças na família. Todas as informações ficarão armazenadas em bancos de dados poderosos, os Biobancos que servirão de base para a prospecção de genes relacionados a doenças.
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11.11.02
by Glaucia
Genoma do Streptococcus mutans
Sequenciaram o genoma do Streptococcus, bactéria que causa as cáries. Existem muitas bactérias que podem causar cáries, mas a maioria é sensível ao pH ácido gerado em nossa boca pelo consumo de carboidratos. A Streptococcus mutans resiste ao pH baixo e é a maior responsável pelas cáries. O sequenciamento do seu genoma indica que ela tem uma bomba de prótons que permite que sobreviva ao ambiente não muito ameno das nossas boquinhas. Provavelmente isso faz com que ela ganhe a competição com outras bactérias que também gostariam de viver lá. Além disso ela tem uns genes que permitem que ela degrade o tecido do hospedeiro (nossos dentes), como proteases (proteínas que digerem outras proteínas). Com o conhecimento do genoma é possível que agora possamos desenhar novas drogas que permitam seletivamente eliminar esta bactéria.
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10.11.02
by Glaucia
Quanto custa?
Uma das maneiras de se estabelecer qual o impacto ambiental de uma nova tecnologia é se fazer um calculo de quanto material e quantos ciclos de vida são necessários para obtermos o produto final. Fizeram o cálculo de quanto custa um chip de 32 Mb DRAM. Ele pesa 2 g. Para faze-lo gastamos 1,6 kg de combustível fossil, 72 g de produtos químicos e 32 kg de Água. Esta extraordinária razão de input para output reflete o nível de pureza que todos os materiais utilizados devem ter. Além da complexa organização de um chip. Conclusão: um chip é bem caro, pro tamanhinho dele.